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| Pouso aconteceu na tarde desta terça-feira (11), no Estádio Santana de Cambará. Chovia no momento |
Cambará
C.Roberto Francisquini
O helicóptero, Falcão 01, da Polícia Militar do Paraná, fez pouso cautelar na tarde desta terça-feira (11) no estádio Santana de Cambará. De acordo com o comandante da Aeronave, Major Pucci, o mau tempo foi o responsável pela interrupção do vôo. “Por medidas de segurança, decidimos pousar em Cambará” comentou. Chovia muito no momento.
O comandante da aeronave transportava uma paciente de 67 anos, que não teve o nome revelado e um médico, além do Tenente Alberto, membro da tripulação. O voou partiu da cidade de Ibiporã, com destino a Jacarezinho, onde a paciente seria internada na UTI daquela cidade.
A presença do helicóptero chamou atenção de populares.
Uma unidade de UTI móvel de Cambará foi acionada para dar suporte ao atendimento, até que a viatura do SAMU assumisse o comando da operação, no entanto, o tarimbado Fernando Francisco (foto ao lado), se prontificou a levar a paciente à vizinha cidade. O procedimento foi concluído com sucesso.
Não há informações sobre o estado de saúde da paciente.
Políticas Públicas
O governo do Estado do Paraná vem realizando diversas manobras para levar atendimento à saúde a todos os paranaenses.
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| "É a luta pela vida, não podemos parar, este governo vêm demonstrando sensibilidade quando o assunto é atendimento médico de emergência" Major Pucci |
Na semana passada um avião socorreu uma paciente em Cambará e outro em Santo Antonio da Platina, além de Jacarezinho e outros municípios.
De acordo com Major Pucci, o governo quer priorizar atendimento em todo o Estado. “O Beto Richa quer montar no Paraná o modelo europeu de atendimento médico aéreo. A primeira etapa foi a descentralização da base em Curitiba, trazendo uma unidade para Londrina. Em curto prazo, quer disponibilizar também bases em Foz do Iguaçu, Maringá e Ponta Grossa. Assim, cada paranaense estará a cerca de 30 minutos de vôo de um centro médico” contou Major Pucci.
O oficial da Policia Militar adiantou que em seis meses de operação na região já foram realizados mais de 80 procedimentos.
“É a luta pela vida, não podemos parar, este governo vêm demonstrando sensibilidade quando o assunto é atendimento médico de emergência, sem distinção de classe social” finalizou Major Pucci antes de levantar vôo.