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Dor sem fim...

Mãe pede empenho da polícia para que assassino de seu filho seja preso

Carlos Roberto Francisquini
Por: Carlos Roberto Francisquini
28/07/2014 às 22h46 Atualizada em 28/07/2014 às 23h11
Dor sem fim...

 

 

 

Cambará

C.Roberto Francisquini


 

 

“É uma dor sem fim...” diz entre lágrimas a dona de casa Maria de Fátima Caldeirão (foto), mãe de Ademir César Caldeirão, assassinado brutalmente a tiros dentro de um bar na periferia da Cambará, há exatos três meses.   

 

“Desde aquele dia não consigo dormir, custo a aceitar que meu filho querido tenha sido assassinado daquela forma cruel e brutal e, o monstro que fez aquilo com ele, ainda esteja solto” conta.  

 

Dona Fátima esteve na redação do Jornal na manhã de sábado (26), dia em que se completaram três meses desde o ocorrido. Ela conta que já foi inúmeras vezes à delegacia para saber como anda as buscas pelo assassino de seu filho e disse que sempre sai de lá com a notícia indesejada.

“Sei que a polícia tem outras coisas para fazer, mas eles precisam prender este assassino para ver se a gente tem um pouco de sossego” lamenta.

Admir César Caldeirão foi morto a tiros e de acordo com informações de populares e da própria polícia, o assassino é Luiz Carlos Pinto Junior, que se encontra foragido da justiça.

 

De acordo com um policial que pediu discrição, o caso está sendo tratado de forma rigorosa pelos investigadores da Depol local e, assegura que a qualquer momento o marginal pode ser preso. “Estamos averiguando todas as denuncias que sinalizam o paradeiro do acusado, no entanto, ainda não obtivemos sucesso, mas estamos certos de que ele será preso e será levado à justiça para responder pelo crime que cometeu” contou o oficial.

 

O crime chocou a cidade e por várias semanas foi o assunto central nas rodas de conversas. Todos destacavam a frieza com que o acusado executou Caldeirão. Foram dois tiros a queima roupa, dentro de um bar movimentado. “Ele sacou da arma em meio a muitos fregueses do bar, de cara limpa e atirou no meu filho” conta indignada dona Fátima.

 

Ela não sabe dizer o que poderia ter motivado o rapaz ter cometido o crime. Disse apenas que o filho era trabalhador e tinha muitos sonhos.  

“Estou sofrendo muito...” disse entre lágrimas, “nada vai trazer meu filho de volta, mas a prisão do assassino vai, pelo menos, aliviar esta dor incurável que estou sentindo dentro do peito” acrescenta, “ele tinha muitos sonhos que foram interrompidos de uma forma cruel e injustificável” finaliza.

 

Serviços


 

Qualquer informação que leve ao paradeiro de Luiz Carlos Pinto Junior pode ser feito diretamente na delegacia de polícia de Cambará pelo fone 43 3532 3400 e ou na Polícia Militar 190. 

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