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INSIDE Música

O espírito inquieto e eclético de Rhone Silva

“Minha paixão pela música nasceu em um coral de igreja” diz o músico; artista se divide entre as salas de aula e os palcos da região

07/04/2015 13h54
Por: Carlos Roberto Francisquini
O espírito inquieto e eclético de Rhone Silva

 

 

 

Da redação

C.Roberto Francisquini

 


 

“Aos trezes anos já trabalhava com música, viajando com bandas de baile pelo Brasil” conta Rhone Silva, que diz que desde aquela época já passaram 18 anos de amor e dedicação à música.

 

De lá pra cá, o músico se enveredou por vários caminhos até chegar ao Projeto MR2 Acústico, iniciativa que mescla estilos variados, reunindo músicos convidados de toda a região.

 

“O Projeto MR2 Acústico traz a proposta de tocar com alegria, usando músicas clássicas dentro do Pop Rock, Sertanejo Universitário e sertanejo raiz, com uma nova roupagem, mais atual e atraente” descreve Rhone, “soma-se a isso alguns hits do cenário nacional e internacional” acrescenta.

 

Nascido num coral de igreja, Rhone afirma não ter esquecido suas raízes e ainda hoje diz se dedicar paralelamente ao trabalho comercial toca e canta em missas e grupos de orações. O músico conta que entre os anos de 2000 a 2007 esteve à frente da Banda ATOS II, onde se apresentou por duas vezes na TV Canção Nova e em festivais no estado do Paraná. “A Banda ATOS II inclusive foi Hexacampeã do FEMUSAN (Festival de Música de Andirá) e ainda fomos convidados para nos apresentar no festival de música realizado pelo Padre Reginaldo Manzotti, em Londrina e, depois Curitiba” recorda.

 

 

Influências

 

 

O espírito inquieto e eclético de Rhone Silva, o faz transitar, com segurança, em diversas praias musicais e afirma que suas melhoras referências vem do rock poderoso da banda gaúcha  Engenheiros do Hawai, dos paulistanos Paralamas do Sucesso entre outros, no entanto, curte os sons de Alan Jackson, Creedence Clearwater Revival, Fernando e Sorocaba, Edson e Hudson e muito mais. “No cenário da música Sacra, ouço e curto as bandas Oficina G3, Banda Resgate, Fruto Sagrado entre outros” resume.

 

“Me considero muito eclético com relação as minhas influências musicais, sempre ouvi desde muito cedo Bandas clássicas do Rock Nacional e internacional além dos grandes nomes da nossa boa música popular brasileira” define.

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