

Texto e fotos:
Maristela Misquevis
Ana Cristina Molina inunda a coluna bela gente deste mês com sua beleza exótica aliada a sua personalidade marcante.
Alta e bonita, a bela não passa despercebida em público, mesmo se quisesse, e, por de traz dos olhos verdes e de seus quase um metro e oitenta, há um ser em constante ebulição. Ela é inquieta, briga, brinca e dança com a vida. É isto que a faz uma pessoa interessante, mas também é sua faceta para desfocar os perrengues vividos.
Da infância traz a doçura da idade, segundo revela ao falar da família.
Mas, como nem tudo são flores, Ana Cristina enfrentou seus barracos. A morte da mãe prematuramente e seus problemas de saúde que quase interrompeu sua vida são alguns dos perrengues que teve que superar. E superou... “Os golpes que a vida me deu, me fizeram uma pessoa mais segura” diz, ao ratificar estar vivendo momentos dos mais singulares, com amor novo e carreira profissional em ascensão.
Hoje, com pouco mais de ‘trintinha’, Tina, para os mais chegados, curte a vida ao seu estilo. “Não sou apenas rock in roll, sou MPB, Sertanejo e o que a vida tocar” descreve, “acho que fica mais legal viver assim, gosto disto e curto o que os amigos curtirem” acrescenta.
Sobre o futuro, disse que o seu está em plena construção. “Já pensei muito sobre o futuro, sonhei, chorei e tive medo, mas desisti de pensar nele ao perceber que o futuro está aqui, neste instante, sendo construído, como que um poema, onde o fim não depende do começo, mas sim do que está sendo escrito agora” finaliza.
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