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Ameaça de ataque a escolas assusta Joaquim Távora

Repercussão gerou pânico na região. Em Cambará, o chefe da Guarda Municipal Marcio Ferreira usou o wattsApp para explicar a situação. “Não temos efetivo suficiente” afirmou.

Carlos Roberto Francisquini
Por: Carlos Roberto Francisquini
03/08/2016 às 12h01 Atualizada em 03/08/2016 às 13h36
Ameaça de ataque a escolas assusta Joaquim Távora

 

 

 

Luiz Guilherme Bannwart

Da redação Tanosite  


 

 

A ameaça de um ataque terrorista a uma escola em Joaquim Távora provocou pânico nos moradores nesta terça-feira, 2. O assunto foi divulgado através das redes sociais e chegou a ser tratado como boato, inclusive, pela própria Polícia Militar, mas logo foi confirmado pelo delegado Rubens José Perez, que, diante das evidências, pediu a prisão preventiva do suspeito à Justiça.


De acordo com o titular da 35ª Delegacia Regional de Polícia, o homem identificado como Willians de Jesus Bubna, 32, (foto) teria revelado a um morador a intenção de invadir uma escola na cidade para assassinar alunos e professores, e que estaria preparado para um confronto com a polícia.


Em poucos minutos, a notícia tomou conta da cidade de 12 mil habitantes e fez com que as escolas interrompessem as aulas. Crianças e adolescentes foram para casa na companhia dos pais, e o clima de tensão mobilizou as autoridades do município.


Os telefones da delegacia da PM não paravam de tocar. A cada chamada havia um morador preocupado com a notícia. As autoridades policiais então confirmaram a suspeita e orientaram a população.


De acordo com o delegado, o Bubna já cumpriu pena por homicídio e por atear fogo na casa de um parente. "Ele permaneceu preso por mais de 13 anos. É uma pessoa de alta periculosidade que pode cometer uma atrocidade dessas a qualquer momento. Temos provas que comprovam sua intenção de praticar um crime coletivo, por isso pedi sua prisão preventiva", disse Rubens Perez.

 

Repercussão - Em Cambará, a notícia provocou debates acalorados nas redes sociais e gerou preocupação quanto à segurança à porta das escolas. Internautas pediram reforço na segurança e interpelaram o chefe da Guarda Municipal, Marcio Ferreira, sobre o assunto. Ferreira usou o wattsApp para explicar a situação e gerou ainda mais instabilidade ao afirma que é impossível colocar uma viatura em cada escola.

De acordo com o Chefe da Guarda, tanto a GM como a PM, não têm efetivos suficientes para cobrir a segurança em todas as escolas. “Pessoal, eu expliquei aqui (whatsApp) que não tem como deixar uma viatura na porta de cada escola, pois são 7 ao total e, nós da Guarda, temos 2 carros e duas motos e 6 Guardas por dia para fazer todas as escolas. Eu conversei com o pessoal e vamos fazer o possível para passar em todas elas”, escreveu. 

As autoridades estão a caça do psicopata. Qualquer informação é bem vinda. Colabora com a Polícia - Ligue 190 

 

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