
Curitiba
Denise Drechsel, Felippe Aníbal e Raphael Marchiori/Da redação Gazeta do Povo
Dificilmente as escolas estaduais ocupadas por estudantes terminarão o ano letivo de 2016 em dezembro. Quadro reforçado pela greve dos professores, iniciada nesta segunda-feira (17), que reivindica cumprimento do acordo que pôs fim à greve de 2015. Naquela ocasião, o governo aprovou na Assembleia escalonamento do reajuste salarial do funcionalismo até 2017. Pela legislação, em janeiro de 2017 seria paga aos servidores a inflação deste ano mais 1%. Entretanto, o governo Beto Richa diz não poder cumprir o acordo, com risco de o estado entrar em colapso.
“Se não encontrarmos alternativa para reposição esse ano, há grande possibilidade de as aulas se prolongarem para fevereiro de 2017”, ressalta a secretária de Estado de Educação, Ana Seres.
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