VIDA PÚBLICA Mobilização regional
Cambará clama por mudança no protocolo antiescorpiônico
Vereador Paulo Nunes Bacana (PL) entrega documento assinado por vereadores e prefeito que solicita que vítimas de picada recebam atendimento imediato no município, sem precisar ser levadas a Jacarezinho
22/07/2025 17h46 Atualizada há 11 meses
Por: Carlos Roberto Francisquini Fonte: Da redação
Lúcio Mauro Tasso e Vereador Paulo Nunes “BACANA” - Foto: Arquivo pessoal

 

Por Carlos Roberto Francisquini

 

Continua após a publicidade

Em um movimento de união entre o Executivo e o Legislativo de Cambará, o vereador Paulo Nunes Bacana (PL) entregou nesta semana ao subchefe da Casa Civil do Paraná, Lúcio Mauro Tasso, um pedido formal de mudança no protocolo estadual de aplicação do soro antiescorpiônico.

O documento, assinado pelos 9 vereadores da Câmara Municipal e pelo prefeito Walcir Joaquim (PSD), solicita que vítimas de animais peçonhentos recebam os primeiros atendimentos no próprio município, sem a necessidade de deslocamento imediato até o hospital de referência em Jacarezinho, como determina a diretriz atual da Secretaria de Estado da Saúde.

Continua após a publicidade

 

Continua após a publicidade

A iniciativa ganhou força após a morte trágica do menino Bernardo, na semana passada, em decorrência de uma picada de escorpião, fato que, segundo Bacana, "escancarou a deficiência do atual modelo de protocolo".

“Não podemos conviver com isso. É importante que este protocolo seja revisto”, argumentou o vereador ao jornal Circulando, reforçando que a união entre Governo Municipal e Câmara tem sido fundamental para pressionar por mudanças efetivas.

A entrega do ofício aconteceu na cidade de Bandeirantes, onde Lúcio Mauro Tasso garantiu que o pedido será encaminhado diretamente ao governador Carlos Massa Ratinho Junior.

Adauto Manzato, Lúcio Mauro Tasso e Vereador Paulo Nunes "BACANA" - Foto: Arquivo pessoal

 

Continua após a publicidade

A expectativa das autoridades cambaraenses é de que a Secretaria de Estado da Saúde reavalie o protocolo vigente, levando em consideração a necessidade de descentralização do atendimento e a celeridade no socorro às vítimas, especialmente em situações de alto risco como a de crianças picadas por escorpiões.

A proposta é considerada por especialistas como uma demanda legítima dos municípios de menor porte, onde o tempo entre o acidente e o atendimento especializado pode ser decisivo.

 

Continua após a publicidade

Rádio CirculandoFM

www.jovemplay.com