COMPORTAMENTO Nota Pública
Promotoria se manifesta no caso de suposto estupro coletivo em Cambará
Segundo o Ministério Público, a apuração trata, em tese, de estupro de vulnerável e rechaça indício de motivação LGBTQIA+ fóbica
02/10/2025 13h46 Atualizada há 9 meses
Por: Carlos Roberto Francisquini Fonte: Da redação
Dr. Marcel de Alexandre Coelho, Promotor de Justiça em Cambará - Foto: Carlos Roberto Francisquini/Arquivo Jornal Circulando

 

Por Carlos Roberto Francisquini

 

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A Promotoria de Justiça de Cambará (PR) veio a público nesta semana para esclarecer o andamento do inquérito que investiga o caso ocorrido na madrugada de 4 de setembro, inicialmente divulgado como estupro coletivo.

Segundo o Ministério Público, a apuração trata, em tese, de estupro de vulnerável, já que a vítima, após ingerir bebida alcoólica, não teria condições de consentir validamente os atos sexuais. Até o momento, não há qualquer indício de motivação LGBTQIA+ fóbica, hipótese levantada em redes sociais.

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A Polícia Civil concluiu o inquérito no dia 1º de outubro e indiciou duas pessoas, sem pedido de prisão preventiva. Porém, a investigação ainda não está encerrada: laudos toxicológicos, de sangue e sêmen, além da complementação do exame de violência sexual, seguem pendentes e não têm prazo para conclusão. O MP requisitou urgência nesses exames.

A vítima é acompanhada por advogado particular e, até agora, não solicitou medidas adicionais de segurança.

A Promotoria informou que poderá requisitar novas diligências, arquivar o inquérito ou oferecer denúncia criminal, conforme o resultado dos laudos. Em nota, reforçou o compromisso com a legalidade, independência e transparência.

 

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Confira a nota na íntegra

 

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