
C.Roberto Francisquini
O deputado estadual Evandro Junior (PSDB) está disposto a assentar tijolos em Cambará, caso o Governo do Estado não atenda a sua reivindicação de erguer um muro no Colégio Estadual Lucy Requião de Mello e Silva, localizado no Bairro Ignez Panichi Hamzé. Esta foi a pauta de sua visita à Cambará na última sexta-feira (17). Ele se reuniu com vereadores na Câmara Legislativa para tratar do assunto, acompanhado pela diretora da instituição de ensino Silvete Amadei e demais representantes de classes cambaraenses.
O parlamentar chegou a propor uma campanha na cidade de arrecadação pedra, tijolos, ferro e cimento entre outros, para forçar o governo paranaense a liberar os recursos necessários para a construção da obra, orçada em aproximadamente R$ 200 mil.
Na reunião, os vereadores manifestaram apoio ao projeto, mas acharam prudente marcar uma reunião prévia em Curitiba para tratar do assunto com a Ana Seres Trento, Secretária de Estado da Educação do Paraná, acompanhados de seus respectivos líderes políticos na capital. Evandro Junior concordou com a organização da comitiva, alegando que o mais importante no momento é dar uma resposta para a comunidade do bairro e, sobretudo, dar condições de trabalho adequado para os profissionais que atuam no colégio e mais segurança para os estudantes. O próprio deputado se comprometeu em agendar a reunião com a Secretária e adiantar a pauta a ser discutida.
Ao Circulandoaqui, Evandro Junior afirmou não ser possível que uma obra relativamente simples demore tanto tempo para ser executada e ratificou que se o governo não atender suas reivindicações, vai promover uma campanha para arrecadar doações a fim de erguer o muro e garantiu que se preciso for, ajudará a assentar tijolos para ajudar.
“Vou falar pessoalmente com a Secretária de Estado, Ana Seres, para marcar esta reunião o mais breve possível”, destacou o deputado.
Silvete afirmou que a situação desestimula não tão somente os profissionais que atuam no colégio, mas principalmente os alunos que estudam na escola. “Acreditamos que o muro vá inibir a ação de vândalos e garantir maior tranquilidade dentro da escola onde poderemos promover pequenas ações que seguramente vão dar um ar mais simpático, um ambiente mais adequado para nossos alunos.”, destacou Silvete, “Eles merecem”, finalizou.
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