
As palavras são de pouco sentido diante da grandeza de seu feito. A verdadeira amizade é aquela onde o olho do coração não vê restrição. Seguindo esta linha de pensamento, os pais não medem esforços para verem seus filhos “felizes”. Os mesmos filhos não retribuem aos seus pais na mesma proporção. Infelizmente, não é mais comum ver um filho se dedicar totalmente aos seus pais.
Deveria ser normal esta relação de pai-e-filho. Não me encontro na condição de filho de Cambará, mas na condição de neto da cidade. Às vezes, não posso e, às vezes, não pude fazer tudo que minha “Mãe-Cambará” mereceu, e ainda merece. Atenção especializada, é uma das dezenas de substantivos que a “Mãe-Cambará” deveria ter. Compreendo a dificuldade de se manter esta relação matriarcal/patriarcal, mas, às vezes, não entendo porque o ser humano esquece de valorizar suas raízes. Fomentar o conhecimento de sua origem seria a trajetória comum de um filho que quer manter viva e honrada a história de seus pais.
Estamos vivenciando um exemplo digno de relação “mãe-e-filho” em nossa cidade. O pouco que não pudemos fazer pela nossa “Mãe-Cambará” está sendo realizado por um “filho” nato que retorna à sua casa. Diferentemente da passagem do filho pródigo, um filho volta à Cambará para gastar seus bens nos campos sociais e educacionais.Como mencionei no início, as palavras são de pouco sentido pela grandeza do Dr. Alceu Vezozzo e pelas suas grandiosidades sociais e educacionais. Grandiosidades proporcionando aberturas de centenas de janelas profissionais, mas nunca se esquecendo que a primordial objetividade desse projeto valioso é estimular a educação e o crescimento pessoal de cada aluno, que são os elementos fundamentais para uma sociedade saudável. A realização dessa meta é incondicional e pessoal de filho para mãe.
Valorizar o filho é tão fundamental como os pais serem valorizados.
Vida longa ao Dr. Alceu Vezozzo!
Neto, Prefeito de Cambará