Terça, 07 de Julho de 2026
14°C 23°C
Cambará, PR
Publicidade

Queda do analfabetismo fica estagnada no país, revela IBGE

Percentual de pessoas de 15 anos ou mais que não sabia ler ou escrever ao final de 2017 era de 7%, contra taxa de 7,2% um ano antes

Por:
18/05/2018 às 14h33
Queda do analfabetismo fica estagnada no país, revela IBGE

 

FOLHAPRESS

 


 

 

taxa de analfabetismo no país ficou estagnada entre 2016 e 2017, mostrou pesquisa divulgada nesta sexta-feira (18) pelo IBGE.

 

O Brasil encerrou o ano passado com 11,5 milhões de analfabetos, 300 mil a menos do que tinha em 2017.

 

O percentual de pessoas de 15 anos ou mais que não sabia ler ou escrever ao final de 2017 era de 7%, contra taxa de 7,2% um ano antes.

 

Apesar da pequena queda, estatisticamente o movimento é de estabilidade.

 

Os dados fazem parte do módulo de educação da Pnad Contínua, pesquisa de abrangência nacional do IBGE, que coleta amostra de 211 mil domicílios em todo território nacional.

 

No ano passado, o instituto havia divulgado pesquisa com nova compilação de dados e com maior área de cobertura.

 

Na ocasião não era possível comparar os resultados com os de anos anteriores.

 

A pesquisa divulgada nesta sexta é a primeira com possibilidade de comparações anuais. A taxa de analfabetismo não apresentou grandes mudanças entre 2016 e 2017 nas cinco faixas etárias pesquisadas pelo IBGE.

 

A maior queda foi observada na faixa de 60 anos ou mais, justamente a que concentra o maior percentual de analfabetos no país, de 19,3% em 2017, contra 20,4% -queda de 1,1%.

 

Nas demais faixas, o recuo não supera 0,5%.

 

Apesar da leve redução, não houve mudança significativa na desigualdade expressa no indicador, quando considerados cor ou sexo dos brasileiros.

 

O percentual de analfabetos, em 2017, entre negros e pardos (9,3%) ainda é mais do que o dobro do de brancos (4%).

 

A situação, portanto, é a mesma observada em 2016, com tímidas quedas de 0,2 ponto percentual entre brancos e 0,6 ponto percentual, entre negros e pardos.

 

A investigação por raça ou cor passou a ser feita pela primeira vez no ano passado.

 

O resultado da pesquisa mostrou que os brancos têm mais acesso à educação no país do que negros.

 

Populações mais velhas têm também o maior contingente de analfabetos, o que denota dificuldade para alfabetizar pessoas com escolaridade atrasada.

 

A pesquisa expõe também a desigualdade regional no acesso à educação.

 

Enquanto o Sudeste e o Sul têm a menor taxa de analfabetismo, de 3,5%, o indicador no Nordeste supera em mais de quatro vezes, em 14,5% em 2017.Não houve variação expressiva entre os anos.

 

A taxa de analfabetismo entre homens era maior (7,1%) do que entre as mulheres (6,8%) no ano passado.

 

Também nesse caso, a variação anual não é estatisticamente expressiva -de 0,3 ponto no caso deles e de 0,2, no delas.

 

Com informações da Folhapress.

 

Publicidade


* O conteúdo de cada comentário é de responsabilidade de quem realizá-lo. Nos reservamos ao direito de reprovar ou eliminar comentários em desacordo com o propósito do site ou que contenham palavras ofensivas.
Cambará, PR
17°
Parcialmente nublado
Mín. 14° Máx. 23°
17° Sensação
1.46 km/h Vento
78% Umidade
0% (0mm) Chance chuva
07h01 Nascer do sol
17h48 Pôr do sol
Quarta
23° 11°
Quinta
25° 10°
Sexta
27° 11°
Sábado
29° 14°
Domingo
24° 17°
Publicidade
Publicidade
Publicidade
Economia
Dólar
R$ 5,13 +0,00%
Euro
R$ 5,89 -0,01%
Peso Argentino
R$ 0,00 +0,00%
Bitcoin
R$ 345,040,85 -1,11%
Ibovespa
172,447,58 pts -0.93%
Publicidade
Publicidade
Publicidade
Lenium - Criar site de notícias