Sargento Fahur defende pena de morte e diz que líder do PCC deveria estar morto
“No mínimo, no mínimo, temos que adotar a prisão perpétua”, afirmou
Por: Carlos Roberto Francisquini
16/03/2019 às 11h49
Mais radical entre os parlamentares “linha-dura” da nova legislatura, o Sargento Fahur (PSD-PR) estreou na Comissão de Segurança em grande estilo: defendeu a pena de morte, ignorando se tratar de cláusula pétrea. E já teria o primeiro alvo: o líder do PCC, Marcos Camacho, o Marcola. As informações são de Evandro Éboli na coluna Radar da Veja.
“Sou a favor da pena de morte. Quando perdemos o controle dos presídios e mesmo lá dentro continuam cometendo crime…Igual esse desgraçado desse Marcola. Custa milhões de reais ao país. Se for solto, vai voltar a cometer crime. Deveria estar morto e executado pelo Estado. Falo isso sem dor na consciência. Não tem conserto. Como milhares de outros no país”.
“No mínimo, no mínimo, temos que adotar a prisão perpétua”.
Fahur, sargente da Polícia Militar do Paraná, revelou que dorme com uma pistola embaixo do travesseiro.
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