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“Eu fiz Kumon e sou feliz”, diz Maria Isabel da Silva

13/09/2019 10h43 Atualizada há 2 anos
Por: Carlos Roberto Francisquini
“Eu fiz Kumon e sou feliz”, diz Maria Isabel da Silva

 

 

 

 

 

Tudo começou com uma cartinha, uma dessas cartinhas de propaganda que se colocam nas caixas de correio. Quando meus pais leram sobre o método Kumon naquela propaganda colocada em minha caixinha de correio pelo Professor Mário, em 2007, ficaram muito interessados, e já na próxima semana me matricularam no curso de matemática, para no ano seguinte, enxergando o potencial que eu teria com ajuda do método, matricularem-me também no curso de português. No começo para mim, tudo era novo e divertido, o Kumon era um lugar colorido, com muitos livros interessantes, amigos novos, com continhas para fazer e imagens para pontilhar, mas no meio dessas atividades, eu estava, mesmo sem saber, moldando meu futuro.


Meu Ensino Fundamental 1 foi feito nas escolas públicas Carolina Lupion e Rosa Saporski, e a maior parte do que eu via na matemática da escola, eu já havia aprendido no Kumon, enquanto isso, o português começava a construir em mim, uma visão de mundo mais abrangente, me apresentando, desde muito nova, os mundos de Shakespeare, Julio Verne e Robert Louis Stevenson. Quando cheguei na quinta série, comecei os estudos no Colégio Nossa Senhora das Graças, onde permaneci até o fim do Ensino Médio, e ao longo de todo esse tempo o Kumon me acompanhou. As contas ficaram um pouco mais difíceis, os textos, mais complexos e tendo que fazer os bloquinhos todos os dias, além das provas da escola e das outras atividades que eu realizava na época, aprendi organização, persistência e disciplina.


Quando o temido Ensino Médio chegou, com ele aquela implícita pressão de : “ E agora? O que eu vou fazer da vida?” também havia chego, na época no Kumon, eu concluía português e estava nos estágios finais de matemática, aprendendo assuntos abordados em muito cursos universitários, como percebi que gostava daqueles assuntos, cheguei a conclusão de que iria para a grande área das Exatas. No começo do Ensino Médio, prestei meu primeiro vestibular, na Fatec, em que fui aprovada, no curso de Análise e desenvolvimento de sistemas, apesar da aprovação, percebi, o quão difícil são as provas para se ingressar em uma universidade e quanto empenho conquistar esse objetivo demandaria. Por isso, para me auxiliar nesse processo e me direcionar quanto a minha vocação, quando estava no segundo ano, entrei no cursinho pré vestibular MJ, onde novamente conheci pessoas novas e comecei, com a ajuda dos ótimos professores que eu tinha, tanto na escola, quanto no cursinho, a me preparar para o que todos chamam de reta final dos vestibulares.


Durante essa época, percebi que a disciplina que o Método Kumon me ensinou, desde pequenininha, decorando a tabuada ou lendo historinhas todos os dias, me tornaram mais forte para estudar conteúdos mais avançados aos poucos, um pouco a cada dia, não como uma obrigação, mas sim como uma ferramenta de realização dos objetivos: estudando um pouco todo o dia, a aprendizagem se torna mais rápida e a memorização é facilitada.


Assim, depois de prestar mais vestibulares, e de muito tempo de estudo, o último ano do ensino médio chegou, e com ele a dúvida inicial de que profissão seguir, com ajuda de meus professores, de meu orientador Mário e de meus pais, encontrei uma área que mais me interessava: Engenharia Mecânica. Com isso, o final dessa jornada de cerca de 11 anos de estudo estava chegando ao fim para dar início a uma outra totalmente nova. E os resultados de todo esse tempo de estudo, com o Kumon, wizard, e com toda a ajuda oferecida pelos professores da escola e do cursinho, começaram a surgir. No meio do ano fui aprovada em Engenharia Aeronáutica na UNESP e Engenharia da Computação na UEPG, já no fim do ano fui aprovada em Engenharia mecânica pela UTFPR, UEM e UNESP. Pela ótima estrutura do campus e pela proximidade com a minha cidade, escolhi a UTFPR e hoje estou cursando o terceiro período de Engenharia Mecânica, graças a todos que me ajudaram ao longo dessa jornada, abrindo novas portas e novas formas de ver o mundo e mostrar que podemos, sim , atingir nossos objetivos, por meio de metas diárias.


Agora, consigo enxergar com clareza que a “reta final” dos vestibulares, na verdade é o início de uma nova etapa, para qual toda preparação, disciplina e empenho são indispensáveis juntamente com a busca em estabelecer novos objetivos e por fim, como uma vez disse Albert Einstein: “A mente que se abre a uma nova ideia jamais voltará ao seu tamanho original”

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