

Da assessoria
O empresário do Grupo Certano Comercial de Alimentos, Luís Dias, esteve no Congresso Nacional para compor a Frente Parlamentar Mista Bebidas Brasil. Organizada pela AFREBRAS – Associação dos Fabricantes de Refrigerantes do Brasil, tem como objetivo lutar contra as injustiças tributárias no setor de bebidas.
A frente parlamentar é composta de grupos formados por representantes do Poder Legislativo e da sociedade que se unem para defender os interesses do setor no Congresso Nacional, a fim de averiguar o que é feito nos âmbitos federais dos Poderes Executivo e Legislativo e mostrar o quanto é importante discutir sobre as prioridades das pequenas e médias empresas brasileiras de bebidas aos parlamentares.
E foi justamente isso o que o empresário Luís Dias foi buscar na capital federal junto com outros representantes da área de bebidas no Brasil.

Os empresários pleiteiam concorrência justa no mercado, advogar por uma justiça de tributos igualitária neste setor, buscar implementação dos valores e interesses dos produtores de bebidas regionais e, principalmente, estímulos da produção nacional e a geração de novos empregos neste setor.
"Infelizmente, há o lobby das multinacionais e grandes empresas de bebidas na política brasileira, pois, segundo a categoria, há manobras de renúncias fiscais, com o intuito de não pagarem tributos, ao passo que pequenas e médias empresas, como, por exemplo, os Refrigerantes Fabiane, tenham que recolher tributos", diz o empresário.
Os Refrigerantes Fabiane fazem parte do Grupo Certano e a sua indústria está localizada na cidade de Ribeirão Claro/PR, o que gera muitos empregos e aquecimento da economia local, trazendo desenvolvimento regional.
“A conta não fecha”, diz Luís Dias. “A pressão continua para manter os privilégios e incentivos fiscais para as multinacionais e grandes empresas, o que deve continuar causando desemprego e diminuição no arrecadamento de tributos do estado”, sinaliza.
Para a comitiva que esteve em Brasília, é este tipo de postura que os empresários com ética, bem como a sociedade civil, devem combater, visto que uma tributação mais igualitária trará benefícios para todos de modo que vá fortalecer o mercado. “A concorrência saudável produz bons resultados, e é isto que estamos buscando. Da forma como está, o jogo é desleal”, concluiu o empresário cambaraense.