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Rotas Aéreas

Em dois meses, Paraná ganha novas rotas das principais companhias aéreas

Novas rotas para Foz do Iguaçu, conexões com São Paulo e Brasília e um novo destino internacional formam o panorama dos primeiros meses de 2020 na aviação civil do Estado

24/02/2020 16h17
Por: Nathália Bonhole

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AEN


 

Novas rotas para Foz do Iguaçu, conexões com São Paulo e Brasília e mais um destino internacional formam o panorama da aviação civil do Estado neste início de 2020. Em pouco mais de um mês foram anunciadas três novas rotas das empresas Azul e Voepass, e a Latam e a Gol reforçaram operações já existentes.

 

Além disso, outras medidas administrativas confirmam o avanço do setor no Estado, como a liberação da ordem de serviço das obras da nova pista do Aeroporto Internacional Cataratas e o anúncio de investimento de R$ 1,5 bilhão nos quatro aeroportos paranaenses que serão concedidos para a iniciativa privada neste ano.

 

Para o governador Carlos Massa Ratinho Junior, as conquistas mostram que os investidores e o governo federal estão animados com a perspectiva econômica e com o desenvolvimento do turismo do Estado. As novas rotas, destacou, conectam ainda mais o Paraná com o País e possibilitam novos negócios. O aumento de voos é uma contrapartida da redução do ICMS do querosene da aviação civil.

 

"Essa rota turística entre as Cataratas do Iguaçu (Foz do Iguaçu) e o Parque Estadual Vila Velha (Ponta Grossa), por exemplo, é fantástica. Em pouco tempo o turista pode conhecer duas das principais belezas naturais do Estado”, afirmou Ratinho Junior. “Também conquistamos uma das maiores malhas regionais do País, o que conecta toda a população do Interior a qualquer lugar do Brasil em poucas horas”.

 

 

MOBILIDADE – O secretário de Infraestrutura e Logística, Sandro Alex, ressalta que os novos voos anunciados neste ano ajudam a fortalecer a malha aérea local. Com novas negociações em andamento, ele prevê mais anúncios nos próximos dias. “A mobilidade ajuda o turismo. O Estado acredita no modal aéreo, o que o consolida como inovador. O governador negociou pessoalmente com os presidentes das companhias. O resumo é: menos impostos e mais voos, o que gera ganhos em diversos outros setores. A aviação prospecta negócios”, acrescentou o secretário.

 

 

VOEPASS – A VoePass Linhas Aéreas (antiga Passaredo) começou a operar em janeiro voos entre Ponta Grossa, nos Campos Gerais, e o Aeroporto de Congonhas, em São Paulo. São dois voos diários por trecho entre segunda-feira e sexta-feira, e voos diários aos sábados e domingos.

 

A companhia também já anunciou uma operação entre Foz do Iguaçu e Ponta Grossa, a partir de 29 de março. A nova rota é uma parada adicional do trajeto São Paulo-Foz do Iguaçu, com escala de 25 minutos em Ponta Grossa.

 

 

LATAM – A Latam começa a operar em março uma rota diária entre Curitiba e Foz do Iguaçu. As novas frequências serão operadas com aeronaves Airbus A319 que acomodam 138 passageiros. A Latam já opera cerca de 280 voos semanais no Paraná.

 

 

AZUL – Curitiba ganhará quatro novos voos diários e regulares a partir de 11 de junho. As novas rotas da Azul terão como destino Guarulhos (Aeroporto Internacional de São Paulo), Porto Alegre e Brasília – essa última com dois voos diários. A rota para a capital federal é uma novidade na companhia. A empresa aumentou em 10,7% o número de voos no Paraná em 2019, na comparação com 2018. Atualmente são 72 voos partindo do Estado todos os dias.

 

 

GOL – A Gol também ampliou a rota Curitiba-Brasília. Serão dois novos voos por trecho. A partir de março as aeronaves saem de Curitiba às 16h45 e de Brasília às 15h10. Em julho, os novos voos sairão de Curitiba às 20h55 e de Brasília às 18h30. Com o reforço, serão quatro conexões diárias entre as duas cidades.

 

 

JETSMART – A Jet Smart, companhia aérea low cost (baixo custo), começou a operar voos entre Foz no Iguaçu, no Oeste do Paraná, e Santiago, no Chile. São dois voos semanais, às quintas-feiras e aos domingos. Do Aeroporto das Cataratas já saem voos diários para Lima, no Peru, operados pela Latam; e Santa Cruz de La Sierra (Bolívia), da companhia boliviana Amaszonas.

 

 

NOVA PISTA DE FOZ – A ordem de serviço para a ampliação da pista do Aeroporto Internacional de Foz do Iguaçu será assinada na semana que vem. A ampliação custará R$ 53,9 milhões e ficará pronta em 2021. A modernização foi incluída no pacote de investimentos da Itaipu Binacional e da Infraero a pedido do governador Ratinho Junior em agosto do ano passado. O prazo de execução é de 515 dias.

 

A pista do Aeroporto Internacional das Cataratas tem 2.195 metros de comprimento por 45 metros de largura, e é considerada curta para decolagem de voos de longa distância. Hoje não é possível decolar com o tanque cheio, o que impossibilita voos diretos para os Estados Unidos e a Europa. A nova pista terá 2,8 mil metros, 605 metros a mais que a atual.

 

Além disso, será aplicada uma camada de revestimento de Stone Matrix Asphalt (SMA), que dá ganho de performance de 20% às aeronaves, o que permite autonomia de voos para locais como Miami, Nova York, Lisboa e Madri.

 

As obras incluem, ainda, melhorias na área de check-in, ampliação das salas de embarque e desembarque, implantação de escadas rolantes, carrosséis de bagagem, novos elevadores e quatro pontes de embarque (fingers). Esse conjunto deve aumentar a capacidade do aeroporto de 2,6 milhões para 5 milhões de passageiros ao ano.

 

 

CONCESSÕES – No começo do mês, após reunião com o secretário nacional da Aviação Civil (SAC), Ronei Saggioro Glanzmann, em Brasília, o governador Carlos Massa Ratinho Junior disse que pelo menos R$ 1,5 bilhão serão investidos nos quatro aeroportos do Estado (Afonso Pena, Bacacheri, Londrina e Foz do Iguaçu) que serão privatizados pelo governo federal. As obras são para que os terminais subam de categoria e constarão no contrato de concessão, previsto para valer por 30 anos.

 

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) anunciou que o bloco Sul da nova rodada de concessões de aeroportos tem valor de contrato estimado em R$ 8,9 bilhões e lance mínimo de R$ 516 milhões. O conjunto engloba quatro aeroportos paranaenses (São José dos Pinhais [Afonso Pena], Foz do Iguaçu, Londrina e Curitiba – Bacacheri), dois catarinenses (Navegantes e Joinville) e três gaúchos (Pelotas, Uruguaiana e Bagé).



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