
Curitiba
Agência Estado
O Governo do Estado entregou nesta segunda-feira (20), em Curitiba, novo espaço de atendimento à criança e ao adolescente. A nova estrutura reúne em um mesmo endereço o Núcleo de Proteção à Criança e ao Adolescente (Nucria) e o Serviço de Investigação de Crianças Desaparecidas (Sicride). Ainda serão implantadas unidades do Nucria em Paranaguá, Ponta Grossa, Cascavel, Londrina e Maringá.
O novo prédio está localizado na Rua Vicente Machado, 2.560, Campina do Siqueira. A obra, de R$ 1,3 milhão, foi construída com recursos do Fundo da Infância e Adolescência (FIA) para melhorar as condições de trabalho dos servidores e garantir atendimento de qualidade e privacidade a vítimas e famílias.
“O Nucria e sua equipe têm importante papel nas investigações que tocam a violação de direitos de crianças e adolescentes. É um grande parceiro e também combativo em todos os tipos de crimes contra vítimas nessas fases da vida”, disse a secretária da Família e Desenvolvimento Social, Fernanda Richa. O secretário da Segurança Pública, Cid Vasques, ressaltou que a ampliação das estruturas de proteção à criança e ao adolescente é um compromisso de governo. “O plano de governo Beto Richa já previa a estruturação dos núcleos de proteção a grupos vulneráveis, como crianças, adolescentes, mulheres e idosos. A entrega desse prédio efetiva a diretriz de governo, que vai proporcionar melhor atendimento à população e melhor condição de trabalho aos policiais”.
Para o delegado-geral da Polícia Civil, Marcus Vinícius da Costa Michelotto, o novo espaço terá papel estratégico para o enfrentamento às violências contra crianças e adolescentes. “As unidades ficaram mais adequadas e permitirão às equipes mais privacidade no atendimento as famílias, bem como a garantia de integridade e a proteção de crianças”, disse Michelotto.
Segundo a delegada-titular do Nucria, Eunice Bonome, a maior incidência de crimes registrada pelo Nucria é de violência doméstica e lesão corporal, além de abuso sexual. No ano passado, a unidade registrou cerca de 1,7 mil boletins de ocorrência na capital.