

FÁBIO CHERUBINI
A Rodoferroviária de Curitiba registrou um movimento intenso na noite de ontem, tanto dentro do terminal quanto no cruzamento entre a Avenida Sete de Setembro e a Rua Mariano Torres, que dá acesso ao local. Para percorrer o trecho de uma quadra entre as ruas Tibagi e Mariano Torres por volta das 20 horas, os motoristas levavam cerca de cinco minutos.
Já dentro do terminal, o corre-corre era grande, mas os usuários não tiveram grandes dificuldades para encontrar os quiosques das empresas que fazem os trechos estaduais e os guichês das interestaduais para comprar ou retirar as passagens. Dentro do prédio, os usuários também tiveram facilidade para achar as plataformas e portões de acesso, que estavam sinalizados por meio de cartazes colados nas paredes. Para ontem, a Urbanização de Curitiba (Urbs) informou que mobilizou cem profissionais em diferentes turnos para orientar os passageiros. A Polícia Militar também fazia o patrulhamento ao redor do terminal e no estacionamento do prédio.
Usuários
A dona de casa Aurora Barros estava a caminho de Umuarama, no Oeste do Paraná, para visitar a família. Ela contou que pegou um táxi e chegou com antecedência ao terminal, o que fez com que evitasse transtornos. “Só a chegada que foi um pouco demorada, mas a sinalização para encontrar os portões está boa”, disse.
Na fila para comprar passagens para Prudentópolis, no Centro-Sul do Estado, na última hora, a dona de casa Maristela Paulo afirmou que achou facilmente os quiosques de venda, mas só porque já visitara o terminal depois das mudanças. “Para quem vem pela primeira vez é mais difícil”, alertou.