
Da redação
A criança não está biologicamente e psicologicamente madura para resolver as dificuldades de uma competição, tais como: seguir regras, obedecer a ordens de árbitros. A criança não sente alegria ao competir, e sim medo! Há pressões psíquicas sobre a criança, vindas do treinador, dos pais e familiares- todos cobrando da criança a vitória. Quando a criança ganha, todos cobrando da criança a vitória. Quando a criança ganha, todos aplaudem, mas se perder, é reprimida. Lembramos que, embora a criança domine fisicamente as técnicas, psicologicamente não dominas as suas emoções, isto porque o seu psiquismo ainda se encontra em processo de evolução, sendo incapaz de absorver tantas exigências.
Na competição, a criança está impedida de desenvolver o lado lúdico e alegre que existem nas atividades físicas recreativa.
Por essas razões é que a maioria das crianças, quando perdem nas competições, choram. Até mesmo aquela que ficou em segundo lugar- isto porque lhe foi cobrado pelos pais, o primeiro lugar. Vômito, tonturas, dores- tudo devido à tensão nervosa ocorrida antes e depois das competições.
Logo, crianças abaixo de 12 anos não deveriam participar de competição! Seria muito mais saudável que participassem de demonstrações onde todas fossem premiadas.
Sebastião Cardoso
A) Graduação
1 Educação físicaMEC LP 6091
2 Psicologo educacional MEC LP 76909
3 Psicologo Clínico. MEC 76912 – cpr 08/03920
B) Pós graduação
Especialização em educação física infantil (psicomotricidade) FURB – Fundação Universidade Regional de Blumenau SC – Certificado número 022.
Especialização em acupuntura Chinesa. Fac. De Ciências da saúde de São Paulo
Especialização em artes corporais. Instituto Superior de Ciências e saúde. Belo Horizonte MG
Faixa- Preta de Judô- primeiro grau- Confederação Brasileira de Pugilismo
Em Cambará, dá aula de Judô para crianças as segundas e terças-feiras em sua própria academia.
Serviços:
Horário das aulas: 18h30min
Endereço Barão do Rio Branco nº 1030.