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Balanço da safrinha: “As pessoas devem novamente aprender a trabalhar em vez de viver à custa do Estado”.

Carlos Roberto Francisquini
Por: Carlos Roberto Francisquini
22/10/2015 às 11h19
Balanço da safrinha: “As pessoas devem novamente aprender a trabalhar em vez de viver à custa do Estado”.

 

 

Artigo


 

 

  “Que du blé et du maïs, que du blé et du maïs”

 “As pessoas devem novamente aprender a trabalhar em vez de viver à custa do Estado”.       

  Helio Brambilla.

 

Tive o prazer de acompanhar, não faz muito tempo, um ilustre visitante africano, neto do último rei dos Camarões, o Príncipe Bernard Ndouga, residente na Áustria, que veio conhecer o Brasil. Pelo que pude perceber, ele ficou deslumbrado não com Brasília, mas com o Brasil real.


      Viajando por terra de São Paulo, apesar de o visitante conhecer mais de 50 países, mas quase sempre viajando de avião – além das nuvens não se percebe grande coisa cá embaixo – nosso percurso era sempre de carro. Viajando pela rodovia Santos-Rio, e, depois até a divisa do Espírito Santo com a Bahia, para que ele visse e sentisse um pouco da brasilidade nordestina através dessa “janela”. Retornamos por Minas, onde o nosso nobre visitador conheceu as suas riquezas minerais, além da proverbial hospitalidade das Geraes.


Outro itinerário foi rumo ao Sul, passando antes pelos laranjais, canaviais e florestas plantadas de São Paulo. A partir do momento em que entramos no Paraná, e dali até Foz do Iguaçu, as exclamações do príncipe foram constantes: “Ô! que du blé et du maïs!” (Oh! Trigo e milho!”). Mas qual não foi o meu embaraço ao ter de explicar para ele que, na verdade, aqueles trigais e milharais eram da “safrinha” e não da safra normal que viria dali a seis meses.  Une petite moisson! Afinal, me comunicava com ele no meu mal falado francês...


       Confesso que até para um paranaense do norte como eu, habituado à paisagem dourada dos campos de trigo e de milho maduro, aquilo realmente era empolgante. Pois, se na safrinha de hoje o nosso visitante aqui estivesse, ficaria ele ainda mais maravilhado, pois ela “explodiu”. Com efeito, podemos contar com a projeção de mais de 210 milhões toneladas de grãos para este ano.


     

Venho fazendo anualmente análises às quais chamo de “balanço de safra”, e curiosamente, no último tratei do “volume morto, a safra agrícola e eleições”, que além da versão virtual lida por milhares de pessoas, separatas impressas foram distribuídas pelo Brasil afora durante as principais feiras agropecuárias. Na verdade, a expressão “volume morto” simbolizava o lodo que havia aflorado da eleição presidencial. Cheguei a ser perguntado se Lula da Silva tinha lido essa matéria se referir ao PT “no volume morto”. Isso é problema dele e de seu partido...


      Como os produtores rurais costumam dizer, “São Pedro ajudou”, o tempo correu bem e a safrinha está sendo um sucesso. O milho colhido atingiu recorde estrondoso de mais 54 milhões de toneladas. O trigo atingiu 7.300 milhões de toneladas, o suficiente para suprir 2/3 do consumo brasileiro.


      A cana de açúcar também deve ultrapassar 705 milhões de toneladas, ou seja, um total de 30 milhões de toneladas de açúcar, e em torno de 30 bilhões de litros de álcool, o equivalente a 500 mil barris de petróleo/dia, ou seja, quase um quarto da produção de petróleo da Petrobras, de infeliz memória.


      Ainda assim, com uma agravante, pois os barris são de petróleo bruto, que passam por refinarias caríssimas (e roubadíssimas), sobrando muita borra asfáltica, ao passo que o etanol já sai pronto para o tanque do veículo, sem contar que do bagaço da cana estão sendo gerados em torno de 20 Giga Watts (OESP, 17/02/15, sobre a produção de 2014). Como referência, Itaipu gera 16 Giga Watts, quando trabalha com toda a sua potência.


      Mais uma surpresa, o grupo Cosan de açúcar e álcool, acaba de inaugurar uma mega-usina em Piracicaba para aproveitar o bagaço da cana para a produção de etanol denominado “geração II”. O etanol I é produzido pela destilação do caldo da cana fermentado, ativado pela sacarose. Já o etanol II é gerado pelo bagaço e pela palha da cana, por meio de enzimas que atuam na celulose da planta, que sofre um novo processo de fermentação e uma segunda destilação.


       Com isto, um novo incremento do setor o sucroalcoleiro está se tornando realidade, pois, com esse sistema teremos mais 70% de álcool produzido por hectare, sendo que as fibras restantes são aproveitadas da mesma forma para a geração de energia, queimando e aquecendo as caldeiras.


        De todos os ângulos por onde se observa o agronegócio, sempre há soluções novas para superar a, cada instante, sucessos anteriores. Já pensou o leitor se a nossa agropecuária estivesse sendo gerida pelo Estado, exatamente como os assentamentos de Reforma Agrária? Será que ainda existiria Brasil? 


        Contrastando com as roubalheiras, das maiores que se conhecem na história, por políticos do PT e dos que lhe são próximos, mas suavizadas e muito diminuídas nas palavras da presidente Dilma ao qualificá-las apenas de “malfeitos”. Talvez ela se lembre dessa expressão de seus antigos tempos de colégio de freiras, quando a chefe de disciplina se referia a uns puxões de cabelo entre meninas, como malfeitos.


       Bem diferente de quase todos os setores da economia, o agronegócio girou, nos últimos dez anos, mais de 700 bilhões de dólares de superávit, sendo que no ano em curso, até agosto, já representou 46% de todas as exportações brasileiras, com superávit acima de 50 bilhões de dólares. São mais de 180 países que recebem nossa produção, suficiente para alimentar mais de um bilhão de pessoas. Graças a Deus, a exportação para a China caiu para 23% desse total.


         Graças a Deus, sim, pois não queremos ficar jugulados pelo dragão vermelho chinês, uma vez que já temos por aqui outro dragão representado pelo PT e quejandos, que nos abocanha, a cada dia, mais de 40% de impostos. Neste ano, cada cidadão pagará o equivalente a 10 mil e 500 reais de impostos ao governo (OESP, 22/09/15). Como perguntar não ofende, para que serve tanto imposto?


Para que o Brasil tenha:


I - uma dívida interna bruta que já supera três trilhões de reais;

II - 678 bilhões de dólares de dívidas de empresas estatais e privadas, que com a disparada do “dólar” já alcança quase outros três trilhões de reais;

III – uma empresa como a Petrobras, que valia em torno de R$ 800 bilhões em 2006, e hoje vale pouco mais de R$ 200 bilhões;

 IV – a mesma Petrobras com uma dívida que, no primeiro trimestre de 2013 representava R$ 200 bilhões, e hoje monta a R$ 442 bilhões;

V – o que parece mais trágico, cerca de 8.000.000 de pessoas procurando emprego. (O Tempo, 26.8.15).


      Diante de panorama tão sombrio, o governo ainda demonstra estranheza pelo fato de o Brasil ter sido rebaixado no seu grau de investimento. Essa somatória de fracassos assustadores faz-nos parafrasear o saudoso Joelmir Betting. “Desgraça no governo do PT é como banana, só dá em penca”.

       Cabe ressaltar para os menos avisados que todo o sucesso da agropecuária – atividade de alto risco no Brasil – vem sendo alcançado em apenas 8% da sua área, destinada à agricultura, e 16%, à pecuária, de acordo com a Embrapa Monitoramento de Satélite. Em termos comparativos, se a população do Japão fosse colocada no Brasil na mesma densidade em que existe lá, aqui caberiam mais de três bilhões de pessoas.


      Como pode um setor tão vital para o Brasil e para o mundo ser tratado como vilão e bandido pelo governo do PT? Acabo de retornar do Mato Grosso do Sul, onde há 98 fazendas invadidas por índios... Em Roraima, bem mais de uma centena de produtores rurais, estabelecidos há mais de 100 anos na região da Serra da Lua, se veem ameaçados de ser enxotados de suas terras para dar lugar a mais um parque ecológico.      

  

       Consta que o propósito da FUNAI é aumentar as reservas indígenas de 14% do território nacional para 25%, o que daria para 700 ou 800 mil índios o equivalente à metade do território da Índia, onde vive mais de um bilhão de pessoas.


       Talvez, não por coincidência, escrevo esta matéria a uma semana dos 20 anos do falecimento do Professor Plinio Corrêa de Oliveira, um dos homens mais lúcidos que o Brasil conhecera, tendo ele se dedicado de corpo e alma na defesa dos imorredouros princípios da tradição, família e propriedade. Lembro-me de, pouco antes de sua morte, ele ter feito um comentário que me ficou na memória, mais ou menos nestes termos:


“Não sei se terei a desdita de ver instalado no governo o Partido dos Trabalhadores, criado pela esquerda católica e pela teologia da libertação, mas quem viver nesse período fatídico comprovará que depois deste governo vão ser necessários uns 50 anos para se conseguir colocar o País em ordem. E não será apenas nem principalmente do ponto de vista econômico, mas restabelecer a criteriologia psicológica do brasileiro, que ficará obliterada pelo pseudo-paternalismo socialista do PT”. Aí estão as condições postas para se cumprir suas proféticas palavras...


      Ainda a propósito, não poderiam ser mais inspiradas as palavras de Cícero ao alertar os seus coetâneos para a decadência do Império Romano: “O orçamento deve ser equilibrado, o tesouro público deve ser reposto, a dívida pública deve ser reduzida, a arrogância dos funcionários públicos deve ser moderada e controlada, e a ajuda aos outros países deve ser eliminada, para que Roma não vá a falência. As pessoas devem novamente aprender a trabalhar em vez de viver à custa do Estado”. 

      Devemos todos pedir que Deus e Sua Mãe, Nossa Senhora Aparecida, nossa padroeira, salvem o Brasil.

 

  [email protected]        

Artigo

Balanço da safrinha

    

  “Que du blé et du maïs, que du blé et du maïs”

 “As pessoas devem novamente aprender a trabalhar em vez de viver à custa do Estado”.       

  Helio Brambilla.

 

Tive o prazer de acompanhar, não faz muito tempo, um ilustre visitante africano, neto do último rei dos Camarões, o Príncipe Bernard Ndouga, residente na Áustria, que veio conhecer o Brasil. Pelo que pude perceber, ele ficou deslumbrado não com Brasília, mas com o Brasil real.

      Viajando por terra de São Paulo, apesar de o visitante conhecer mais de 50 países, mas quase sempre viajando de avião – além das nuvens não se percebe grande coisa cá embaixo – nosso percurso era sempre de carro. Viajando pela rodovia Santos-Rio, e, depois até a divisa do Espírito Santo com a Bahia, para que ele visse e sentisse um pouco da brasilidade nordestina através dessa “janela”. Retornamos por Minas, onde o nosso nobre visitador conheceu as suas riquezas minerais, além da proverbial hospitalidade das Geraes.

Outro itinerário foi rumo ao Sul, passando antes pelos laranjais, canaviais e florestas plantadas de São Paulo. A partir do momento em que entramos no Paraná, e dali até Foz do Iguaçu, as exclamações do príncipe foram constantes: “Ô! que du blé et du maïs!” (Oh! Trigo e milho!”). Mas qual não foi o meu embaraço ao ter de explicar para ele que, na verdade, aqueles trigais e milharais eram da “safrinha” e não da safra normal que viria dali a seis meses.  Une petite moisson! Afinal, me comunicava com ele no meu mal falado francês...

       Confesso que até para um paranaense do norte como eu, habituado à paisagem dourada dos campos de trigo e de milho maduro, aquilo realmente era empolgante. Pois, se na safrinha de hoje o nosso visitante aqui estivesse, ficaria ele ainda mais maravilhado, pois ela “explodiu”. Com efeito, podemos contar com a projeção de mais de 210 milhões toneladas de grãos para este ano.

      Venho fazendo anualmente análises às quais chamo de “balanço de safra”, e curiosamente, no último tratei do “volume morto, a safra agrícola e eleições”, que além da versão virtual lida por milhares de pessoas, separatas impressas foram distribuídas pelo Brasil afora durante as principais feiras agropecuárias. Na verdade, a expressão “volume morto” simbolizava o lodo que havia aflorado da eleição presidencial. Cheguei a ser perguntado se Lula da Silva tinha lido essa matéria se referir ao PT “no volume morto”. Isso é problema dele e de seu partido...

      Como os produtores rurais costumam dizer, “São Pedro ajudou”, o tempo correu bem e a safrinha está sendo um sucesso. O milho colhido atingiu recorde estrondoso de mais 54 milhões de toneladas. O trigo atingiu 7.300 milhões de toneladas, o suficiente para suprir 2/3 do consumo brasileiro.

      A cana de açúcar também deve ultrapassar 705 milhões de toneladas, ou seja, um total de 30 milhões de toneladas de açúcar, e em torno de 30 bilhões de litros de álcool, o equivalente a 500 mil barris de petróleo/dia, ou seja, quase um quarto da produção de petróleo da Petrobras, de infeliz memória.

      Ainda assim, com uma agravante, pois os barris são de petróleo bruto, que passam por refinarias caríssimas (e roubadíssimas), sobrando muita borra asfáltica, ao passo que o etanol já sai pronto para o tanque do veículo, sem contar que do bagaço da cana estão sendo gerados em torno de 20 Giga Watts (OESP, 17/02/15, sobre a produção de 2014). Como referência, Itaipu gera 16 Giga Watts, quando trabalha com toda a sua potência.

      Mais uma surpresa, o grupo Cosan de açúcar e álcool, acaba de inaugurar uma mega-usina em Piracicaba para aproveitar o bagaço da cana para a produção de etanol denominado “geração II”. O etanol I é produzido pela destilação do caldo da cana fermentado, ativado pela sacarose. Já o etanol II é gerado pelo bagaço e pela palha da cana, por meio de enzimas que atuam na celulose da planta, que sofre um novo processo de fermentação e uma segunda destilação.

       Com isto, um novo incremento do setor o sucroalcoleiro está se tornando realidade, pois, com esse sistema teremos mais 70% de álcool produzido por hectare, sendo que as fibras restantes são aproveitadas da mesma forma para a geração de energia, queimando e aquecendo as caldeiras.

        De todos os ângulos por onde se observa o agronegócio, sempre há soluções novas para superar a, cada instante, sucessos anteriores. Já pensou o leitor se a nossa agropecuária estivesse sendo gerida pelo Estado, exatamente como os assentamentos de Reforma Agrária? Será que ainda existiria Brasil? 

        Contrastando com as roubalheiras, das maiores que se conhecem na história, por políticos do PT e dos que lhe são próximos, mas suavizadas e muito diminuídas nas palavras da presidente Dilma ao qualificá-las apenas de “malfeitos”. Talvez ela se lembre dessa expressão de seus antigos tempos de colégio de freiras, quando a chefe de disciplina se referia a uns puxões de cabelo entre meninas, como malfeitos.

       Bem diferente de quase todos os setores da economia, o agronegócio girou, nos últimos dez anos, mais de 700 bilhões de dólares de superávit, sendo que no ano em curso, até agosto, já representou 46% de todas as exportações brasileiras, com superávit acima de 50 bilhões de dólares. São mais de 180 países que recebem nossa produção, suficiente para alimentar mais de um bilhão de pessoas. Graças a Deus, a exportação para a China caiu para 23% desse total.

         Graças a Deus, sim, pois não queremos ficar jugulados pelo dragão vermelho chinês, uma vez que já temos por aqui outro dragão representado pelo PT e quejandos, que nos abocanha, a cada dia, mais de 40% de impostos. Neste ano, cada cidadão pagará o equivalente a 10 mil e 500 reais de impostos ao governo (OESP, 22/09/15). Como perguntar não ofende, para que serve tanto imposto?

Para que o Brasil tenha:

         I - uma dívida interna bruta que já supera três trilhões de reais;

         II - 678 bilhões de dólares de dívidas de empresas estatais e privadas, que com a disparada do “dólar” já alcança quase outros três trilhões de reais;

         III – uma empresa como a Petrobras, que valia em torno de R$ 800 bilhões em 2006, e hoje vale pouco mais de R$ 200 bilhões;

       IV – a mesma Petrobras com uma dívida que, no primeiro trimestre de 2013 representava R$ 200 bilhões, e hoje monta a R$ 442 bilhões;

V – o que parece mais trágico, cerca de 8.000.000 de pessoas procurando emprego. (O Tempo, 26.8.15).

      Diante de panorama tão sombrio, o governo ainda demonstra estranheza pelo fato de o Brasil ter sido rebaixado no seu grau de investimento. Essa somatória de fracassos assustadores faz-nos parafrasear o saudoso Joelmir Betting. “Desgraça no governo do PT é como banana, só dá em penca”.

       Cabe ressaltar para os menos avisados que todo o sucesso da agropecuária – atividade de alto risco no Brasil – vem sendo alcançado em apenas 8% da sua área, destinada à agricultura, e 16%, à pecuária, de acordo com a Embrapa Monitoramento de Satélite. Em termos comparativos, se a população do Japão fosse colocada no Brasil na mesma densidade em que existe lá, aqui caberiam mais de três bilhões de pessoas.

      Como pode um setor tão vital para o Brasil e para o mundo ser tratado como vilão e bandido pelo governo do PT? Acabo de retornar do Mato Grosso do Sul, onde há 98 fazendas invadidas por índios... Em Roraima, bem mais de uma centena de produtores rurais, estabelecidos há mais de 100 anos na região da Serra da Lua, se veem ameaçados de ser enxotados de suas terras para dar lugar a mais um parque ecológico.        

       Consta que o propósito da FUNAI é aumentar as reservas indígenas de 14% do território nacional para 25%, o que daria para 700 ou 800 mil índios o equivalente à metade do território da Índia, onde vive mais de um bilhão de pessoas.

       Talvez, não por coincidência, escrevo esta matéria a uma semana dos 20 anos do falecimento do Professor Plinio Corrêa de Oliveira, um dos homens mais lúcidos que o Brasil conhecera, tendo ele se dedicado de corpo e alma na defesa dos imorredouros princípios da tradição, família e propriedade. Lembro-me de, pouco antes de sua morte, ele ter feito um comentário que me ficou na memória, mais ou menos nestes termos:

“Não sei se terei a desdita de ver instalado no governo o Partido dos Trabalhadores, criado pela esquerda católica e pela teologia da libertação, mas quem viver nesse período fatídico comprovará que depois deste governo vão ser necessários uns 50 anos para se conseguir colocar o País em ordem. E não será apenas nem principalmente do ponto de vista econômico, mas restabelecer a criteriologia psicológica do brasileiro, que ficará obliterada pelo pseudo-paternalismo socialista do PT”. Aí estão as condições postas para se cumprir suas proféticas palavras...

      Ainda a propósito, não poderiam ser mais inspiradas as palavras de Cícero ao alertar os seus coetâneos para a decadência do Império Romano: “O orçamento deve ser equilibrado, o tesouro público deve ser reposto, a dívida pública deve ser reduzida, a arrogância dos funcionários públicos deve ser moderada e controlada, e a ajuda aos outros países deve ser eliminada, para que Roma não vá a falência. As pessoas devem novamente aprender a trabalhar em vez de viver à custa do Estado”. 

      Devemos todos pedir que Deus e Sua Mãe, Nossa Senhora Aparecida, nossa padroeira, salvem o Brasil.

 

 

 

 

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