No caso das mortes são duas mulheres, uma de 29 anos e uma com mais de 60 anos. No ano passado foram registrados oito casos de óbito entre os 288 ocorrências confirmadas de 3.300 casos suspeitos.
A diretora de Vigilância em Saúde de Londrina, Sônia Fernandes, destaca que é a pior crise da história do município, já que nos outros anos havia a aplicação de um inibidor do mosquito Aedes aegypti adulto (popularmente conhecido como fumacê) e também de larvicidas.